sábado, 18 de junho de 2016

    A Verdadeira Igreja de Jesus, segundo as Escrituras.



Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência ao papado romano de tantos erros. Siga o Link:


http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

Afinal, qual é a Verdadeira Igreja de Jesus?

Por acaso é a Igreja Maior, promotora da atroz Inquisição, da Idolatria e da sua estranha doutrina do corte de DOIS mandamentos de Deus, sem respaldo nas Escrituras?

Por acaso é a Igreja Ortodoxa que também curte a Idolatria e de sua doutrina sem respaldo nas Escrituras, que também cortou DOIS dos mandamentos de Deus?


Por acaso é alguma das Igrejas evangélicas, ou semi-evangélicas que se dizem Verdadeiras, que não curtem a Idolatria iconolátrica, mas de modo inconcebível,  praticam a desobediência a Deus agredindo o principal de seus Mandamentos,  cortando em suas doutrinas o único nomeado pelo Senhor como santo e abençoado?

Que Igreja verdadeira seria essa que ousa desafiar ao Senhor Deus que exigiu a observação de todas as suas dez leis?

Que Igreja verdadeira seria essa que ousa desafiar também a Jesus que legitimou até o último TIL, promulgando novamente todas as 10 leis de Deus no Evangelho?

"Ora --  dirão os fariseus modernos  -- Essas leis foram dadas aos “Judeus” e não a nós no Evangelho da Graça e da Liberdade de Jesus.  Ademais, Segundo Gálatas estamos livres delas”, julgando assim o Senhor Deus como um mero incoerente, se esquecendo que Está Escrito que Deus nunca muda um til em suas promulgações (Malaquias 3:6), como nunca mudou nas promulgações contra Adão e Eva. 

Também quando aos “Judeus”  esses que se dizem pastores de Deus, que ele acabou com as diferenças entre nós outros, judeus e outros povos, e agora somos UM SÓ POVO:

"Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio  e na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz".    Efésios 2:14,15

Vós, sim, que antes não éreis povo, agora são povo de Deus”.  I Pedro 2:10.

Detalhes sobre a enorme falta de conhecimentos bíblicos pela EXTENSA  maioria dos pastores evangélicos, que a favor de suas doutrinas, ardilosamente interpretam a CARTA AOS GÁLATAS AO AVESSO. Confira em meu blog, muito bem elaborado:


E se o Senhor Perfeito e Coerente, escreveu, pessoalmente, a fogo de seu olhar, suas 10 leis, fundidas profundamente nas Rochas Sagradas das Leis para que nunca se apagassem, pois papiros se dissolvem e, como isso aconteceu num evento maravilhosamente espetacular, que durou várias semanas sem interrupção, no qual os anjos de Deus tocavam suas trombetas cada vez mais alto, exatamente como o intuito divino de chamar a atenção da humanidade para a importância de suas dez leis, elas são para sempre, em cada verso e em cada caractere, como bradou Jesus também sobre um Monte:


“Os Céu e a Terra poderão ser destruídos antes que das leis se possa retirar um só til”. E a lei do sábado tem 405 caracteres.

Sempre digo que muitíssimo maior é o pecado de ensinar errado do que viver errado, mas todos os clérigos, anciãos e pastores dos grupos citados acima ensinam errado. Ensinam a doutrina domingueira, agredindo Deus Pai em sua Grande Proclamação!

Quanto a “coisas de judeus”, os tais grupos acima que rezam por essa cartilha bloqueiam as suas mentes e anestesiam as suas consciências para tentar fugir das seguintes verdades de Deus, devidamente Escritas, como mostraremos a seguir.

Infelizmente, tenho lido e ouvido de pastores evangélicos famosos  ou não, também de clérigos católicos dizerem o absurdo de que as Leis do Monte Sinai do Concerto Antigo foram promulgadas apenas para os israelitas, e não a nós do Evangelho do Novo Concerto, e com o Novo Sacerdote Jesus Cristo, por isso, “nós não temos obrigação de guardar”, simples assim. 

Ora, primeiramente, na época, só havia os hebreus israelitas como único povo de Deus no mundo e, por isso, a decretação do Decálogo foi propagada inicialmente para eles, assim como as tribulações foram inicialmente propagadas a Adão e Eva, mas, em ambos os casos estenderam-se à Humanidade, pois os pecados do primeiro casal ainda respingam hoje em nós outros.  Ainda mais, Deus advertiu-nos, repetidamente, tanto no A.T. em Deuteronômio e no Novo, repetidamente,  que não faz distinção de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele.

A lei da separação racial foi extinta pelo Senhor Deus, por Jesus, ao reger que não faz diferença alguma de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele (Romanos 10:12 – Atos 3:24 - Atos 10:34).

“Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito”. 1 Coríntios 12:13

Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. Romanos 10:12

“Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas”. Romanos 2:11

“E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas”. Atos 10:34    Até no Antigo Testamento Está Escrito:

Pois o SENHOR vosso Deus é o Deus dos deuses, e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas”.  Deuteronômio 10:17

Sobretudo, o Senhor Deus abaixo nos mostra que o Velho Testamento, incluindo, também, o Decálogo não foi destinado apenas aos israelitas, pois as promulgações dele visaram a Humanidade de todos os tempos:

“Vai, pois, escreve isto numa tabuinha perante eles; escreve-o num livro, para que fique registrado para os dias vindouros, para sempre, perpetuamente”.  Isaías 30:8.

O papado romano, sempre subserviente a Satanás, induziu os católicos, pelo Concílio de Laodicéia, no ano 364, a abolir o sábado do Decálogo de Deus, atribuindo pertencer à
velha lei, como se as leis de Deus que nunca muda em suas promulgações pudesse envelhecer. Vejamos:

“A Igreja Católica, por sua própria infalível autoridadecriou o domingo como dia santificado para substituir o sábado, da velha lei.”  Extraído de Kansas City Catholic, de 9 de fevereiro de 1893.    Mais uma prova que Satanás esteve e sempre estará no comando do Vaticano e consequentemente do catolicismo como um todo..

 “É melhor buscar refúgio no Senhor, que confiar nos homens”. Salmos 118:8.

Quanto aos fariseus do grupo citado acima, que pretendem lixar das Rochas Sagradas das Leis um mandamento que os incomodam, peço a atenção também deles para a imensa importância das dez leis para a humanidade. o que revela o grande amor que o Senhor tem pela Humanidade:  Vejam, confiram e guardem:

Segundo as Escrituras, a importância que o Senhor Deus atribuiu ao Decálogo foi tão extensa, grandiosa, sublime, marcante, extraordinária que, diferente de seus procedimentos anteriores quando ordenava a seus profetas escreverem suas palavras para a posteridade, desta vez ele fez questão de escrever, pessoalmente, também para a posteridade, nos altos de um monte (Êxodo19:18), num espetáculo indescritível, não nos papiros que se dissolvem, mas com o fogo de seu olhar, com palavras cravadas, fundidas profundamente em rochas sólidas para que nunca se apagassem, todas as suas leis, uma a uma, regulamentos resumidos, mas absolutamente perfeitos e suficientes para nortear o homem em suas ações, concedendo à Humanidade a grande e maravilhosa chance de viver sem problemas, sem tribulações,  pois se todos obedecessem a todas as leis do Decálogo, os seres humanos estariam a viver num mundo de sonhos: todos se respeitariam, não haveria criminosos, nem a necessidade de grades, de trancas, de polícia, de exércitos armados e de qualquer tipo de armas  e artefatos feitos para conflitos e guerras, o mundo seria muito mais saudável, não haveria pobres muito pobres, como também o Senhor Deus seria muito mais honrado e glorificado e, certamente,  a paz sobreviria sobre a Terra inteira. 

Notaram, os fariseus da grande mentira que curtem, quando tentam agredir a Palavra de Deus dirigida diretamente à Humanidade?

Qual, então, é a Igreja Verdadeira? Preciso saber qual é para que eu a siga!

As Igreja que mais se aproximam da Verdadeira Igreja de Jesus são exatamente aquelas dos REMANESCENTES, que são da Bíblia, somente da Bíblia, enquanto a maioria evangélica se dizem que são da Bíblia, somente da Bíblia, na verdade são da Bíblia, MAS MAIS OU MENOS DA BÍBLIA, pois cortaram o mais amado mandamento de Deus em suas doutrinas, sem aviso algum do Mesmo Deus que o instituiu e que se fosse possível ele ter deletado o mandamento do sábado, pela sua Perfeição e Coerência, essa incrível mudança teria de estar Escrito no Evangelho, se forma DIRETA E CONCLUSIVA, como assim foram promulgadas todas as 10 leis do Monte Sinai.

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

Eis as Igrejas dos REMANESCENTES, que são formadas por aqueles que não aceitaram a subserviência a Satanás através de seus servos os papas católicos romanos.

http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

O grande erro de alguma igrejas ou congregações, inclusive a católica, é o de afirmarem que são a Igreja Verdadeira.   A Igreja verdadeira de Jesus nunca teve nome, nem ontem, nem hoje. A Igreja Verdadeira de Jesus era a Primitiva, a de Antioquia, a de Simão Pedro, de Tiago, de João, de Lucas, de Paulo e de todos os apóstolos e discípulos que amavam tanto a Jesus que onze deles deram até a sua vida para o engrandecimento do cristianismo e que na sua santidade JAMAIS GUARDARAM UM SÓ DOMINGO, MAS TODOS OS SÁBADOS  Conferir nas Escrituras:




A Igreja Verdadeira de Jesus foi fundamentada nas Dez Leis do Monte Sinai, conclamando os cristãos à Obediência a Deus Pai e nas bem-aventuranças.

Notem os irmãos que logo em sua primeira pregação à Humanidade, logo no início do Sermão do Monte, Jesus Cristo já revelou qual é a sua Igreja Verdadeira. Vejamos:

 Vamos ver, agora, como foi e como é formada a Igreja de Jesus:

"E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos.

E, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo:

Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;

Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;

Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;

Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;

Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;

Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus;

Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;

Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus;

Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.

Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós".

Essa é a Igreja Verdadeira de Jesus, sem nome, mas com toda santidade possível, pois o Senhor Deus não vai buscar os seus pela placa de sua Igreja, tanto católica quanto Evangélica ou Ortodoxa, mas pelo coração de cada um, segundo as bem-aventuranças acima., cuja primeira condição para a Salvação na Eternidade é a obediência a Deus Pai na guarda de seus mandamentos, que são 10, pois se deletarem de sua vida um só dos mandamentos, dificilmente serão servos vivos do Senhor, pois se Está Escrito é Verdade de Deus que não pode ser desobedecida, seja qual for a desculpa!

Está claro no Evangelho que não adianta guardar NOVE dos Mandamentos de Deus se omitirmos a guarda de qualquer outro dos Dez, tal como a do sábado, é claro:
                                                                                                                                                                                                                                           
“Porque qualquer que guardar toda a lei, mas tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu, pois, não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei”. Tiago 2:10-11

Por que o Senhor fez essa colocação no Evangelho? Porque a OBEDIÊNCIA ao Senhor tem de ser completa, senão não  consiste em Obediência.  Ver detalhes no blog:


Essa Igreja que não tinha nome, que conhecemos como Igreja Primitiva, viveu o cristianismo como Jesus queria, pelo menos até o início do século quarto, pois a partir daí, mais propriamente a partir de Constantino, foi inventado um ramal religioso, gerenciado pelos tais "Sumos Pontífices"  que se apropriaram à força da Herança de Simão Pedro, e a nomearam de Católica Apostólica Romana, que de apostólica nunca teve nada, pois com o passar dos séculos, pelo Concílio de Laodicéia, ano 364, o papa Libório  a guarda e santificação do sábado foi trocada pelo tal domingo e ainda foram decretadas perseguições a todos os que ousassem guardar o sábado.   Pelo Concílio de Toulouse, século 13, o papado romano deu-se licença e a outros para torturar, para matar, para saquear os bens familiares dos acusados de "heresia"-- ou melhor, daqueles que ousassem não se submeter ao papado romano --, deu-se  licença para proibir mortalmente a leitura da Bíblia ou apenas parte dela, e deu-se licença até para vender lugares no Reino de Deus por bom dinheiro.

Os livros abaixo relacionados contam que, na Velha Europa, centenas de milhares de mártires de Jesus, os remanescentes, foram enforcados ou literalmente assados vivos, dentre outros miseráveis.

 Então, essa Igreja, com certeza comandada por Satanás jamais poderia ser a dos apóstolos de Jesus, a VERDADEIRA, pois os papas romanos trocaram o perdão de Jesus pela vingança, o amor pelo ódio mortal, a humildade pela glória, poder e prestígio pessoal; a misericórdia pelas execuções terríveis; a tolerância pela desforra, a espiritualidade por um balcão de negócios, pelo prestígio humano, pela glória pessoal, pelo apego à doce vida dos palácios  e  todas essas características juntas sempre foram e são a marca registrada do Vaticano.

http://souocatolicismomeupassadomecondena.blogspot.com.br/ 

Afirmar, como fazem de pés juntos os clérigos católicos que essa igreja é a verdadeira, no mínimo é uma colocação satânica, pois fugindo das Escrituras, da Palavra de Deus, criaram uma verdadeira seita com seus purgatórios, almas penadas limbos que não tem no Evangelho; culto a estátuas de barro que não tem no Evangelho; rezas pelos mortos que não existe no Evangelho; "santificação" de homens e mulheres mortos que não tem no Evangelho; procissões com andores carregando em triunfo pelas ruas uma estátua de barro; rezas pelos mortos, que não tem no Evangelho; que não tem no Evangelho; intercessão de "santos" mortos; que não tem no Evangelho; idolatria a rodelas de trigo sem o vinho que não tem no Evangelho; Maria "mãe de Deus" que não tem no Evangelho, pois Deus jamais poderia nascer do ventre de uma sua criação; o perdão dos pecados que tem de passar por um homem, que não tem no Evangelho; o Museu de Almas Penadas, que não tem no Evangelho. 

O link abaixo, criado pela Rede Globo, no seu programa Fantástico, mostra a satânica preservação do Museu de Almas Penadas, dentro do Vaticano que mais parece um filme de terror:

https://www.youtube.com/watch?v=hXsoxnvQd3A -- copie e cole no navegador.  

http://aidolatriacatolicaaumarodeladetrigo.blogspot.com.br/ se não abrir, copie o http e cole no navegadora

Jesus deu nome à sua Igreja? Não, no entanto ele legitimou a existência de vários grupos cristãos, como os temos hoje, portanto, essa história de Igreja Una é pura tolice católica:

 Segundo o Evangelho não existe Igreja Una alguma, pois Jesus legitimou a existência de vários outros grupos cristãos (veja abaixo), e isso anula as decisões do Concílio Vaticano, como todos os concílios sempre gerenciados por Satanás, pelo qual foi "decidido" resoluções absolutamente incríveis:

1) A Bíblia não tem valor completo sem que a acompanhe a tradição católica. 
2) Somente no catolicismo os homens e mulheres podem se salvar

3) Somente o clero católico pode distribuir as graças de Deus.  (ave!!!)

Na verdade, por estarem juntos de Jesus os apóstolos queriam EXCLUSIVIDADE para propagar o cristianismo e realizar milagres, mas Jesus lhes não lhes concedeu exclusividade alguma.  Vamos ver?

“João tomou a palavra e disse:  “Mestre, vimos um homem que expulsava  demônios em teu nome, e nós lho proibimos,  porque  não é um dos nossos”.  Mas Jesus lhe disse: Não lho proibais, porque o que não é contra vós é a vosso favor”.   A verdade de Jesus, em  Lucas   9.49.

O Apóstolo Paulo, também como Jesus, legitimou a existência de outras correntes cristãs, e não adianta refutar, POIS ESTÁ ESCRITO:

“Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei”. Paulo, em Filipenses, 1.18.

    Ora, eu vos declaro que aqui está quem é maior que o templo”.  Revelações de Jesus, em Mateus, sobrepondo os seus preceitos acima da beleza das construções físicas, do nome das congregações e das tradições religiosas.  Mateus, 12.6.

A Igreja de Deus não é o templo físico, mas sim a sua assembléia.  O templo, como construção, por mais suntuoso que possa ser, sem a assembléia,  nada mais será do que uma obra arquitetônica equipada.  Porém, um grupo, uma assembléia, mesmo sem um teto para abrigá-los, mesmo reunindo-se ao ar livre,  será  sempre  a verdadeira igreja do povo de Deus.  A Igreja não é o templo. A Igreja somos nós, conforme a palavra traduzida por Paulo:  “Os membros Cristo, numa completa união”.  

Um excelente exemplo da Igreja sem paredes, que revela que mais que a construção:   IGREJA SOMOS NÓS, se deu com o apóstolo Paulo, sempre iluminado pelo Espírito Santo, décadas após Jesus, usando a Natureza pura como templo cristão, santificando o sábado santo e bendito:


 No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 

 “Eu sou a videira e meu Pai é o agricultor.  O ramo não pode dar frutos por si mesmo, se não permanecer na videira”.    Preceitos de Jesus,   em João,   15.1.

Quando Jesus veio, só existiam os templos judeus:

“E Jesus lhes respondeu: Por que estavam me procurando? Acaso não sabeis que cumpre a mim estar na casa de meu Pai?”.  O Evangelho de Lucas, 2.49.

A Igreja Primitiva não dispunha de templos, por isso, suas reuniões religiosas eram realizadas nas salas, nos salões, nas residências e até ao ar livre, como mostrado acima. 

É notável que os discípulos de Jesus faziam de templos de Deus todos os lugares, inclusive ao ar livre. Vamos aqui colocar um só exemplo da Igreja de Jesus, pastoreada pelo apóstolo Paulo, em mais um exemplo fazendo da natureza um templo de Jesus:


“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44.  

A cidade toda não caberia num templo, portanto, a reunião deu-se em ar livrel

Mais exemplos em meu blog:


Porque o sábado faz parte da salvação

Jesus disse que ele é a videira e somos os ramos, mas, diferente do que muitos candidatos a cristãos interpretam, a videira referida por Jesus não representa exclusivamente o seguimento cristão no qual estão integrados, seja ele qual for, pois a videira representa Jesus e os cristãos, como um todo, os remanescentes.  Nenhum seguimento cristão da Terra pode ser dono da herança de Jesus, distribuidor exclusivo das graças divinas ou seu exclusivo procurador. Cristo é a videira da qual provém a seiva que alimenta, a seiva que salva.   Se nós, como ramos, nos desligarmos dessa videira, morreremos a morte definitiva. 

Conforme a História, aconteceram várias manifestações, principalmente no sul da França contra os dogmas e preceitos criados nos concílios e praticados pela igreja católica, mas foram sufocadas com atroz violência pelos tais Cruzados, baderneiros, estupradores e assassinos em alto grau, sob o comando do papado romano. 

Só para exemplificar os atos demoníacos dos baderneiros cruzados, que serviam aos papas, que no caso exposto abaixo estavam a serviço do Papa Inocêncio III, temos o relato assustador, comprovado nos livros ao final colocados, principalmente n
o Jeovah MENDES. Os piores assassinos e hereges da história. 1997, leia abaixo:
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Jesus pregou e viveu como ninguém a humildade, o perdão e a tolerância. Mas para quem não sabe, foram os albigenses, os cátaros que praticaram a total tolerância -- pois, tal como Jesus, deixavam-se matar sem revide algum.  Foram os cátaros, os puros, surgidos no século 11, no sul da  França, aos quais, pelo Concílio de Albi, o alto clero católico da época deu o nome de albigenses. Os albigenses foram exterminados, ao se praticar o genocídio contra eles, com inenarrável grau de violência e de perversidade.

Vamos ao relato assustador, que bem caberia num filme de terror, ocorrido no genocídio católico aos cátaros, os albigenses:

Apenas para ilustrar a barbaridade e mostrar um tipo pelo qual essas mortes insanas foram perpetuadas, muitas jovens e mulheres, altamente aterrorizadas e em indescritível pânico, eram agarradas pelos invasores, e outros guerreiros espetavam uma longa lança na vagina delas de tal forma que ao atravessar todo o corpo, numa dor imensa, a lâmina de aço lhes saía pela boca. Imaginem quanto sofrimento!  Depois, ainda as dependuravam em estacas à beira da estrada "para dar o exemplo".

Os baderneiros Cruzados colocaram centenas de homens, mulheres e crianças num templo, lacraram e tocaram fogo. Enquanto se ouviam gritos pavorosos, os baderneiros católicos cantavam o  "Te Deum", "nós te louvamos Senhor".  

Como os servos de Satanás podem louvar a Deus?

Em meio à confusão do morticínio, até católicos foram executados por engano, pois o comandante gritou: “Matai-os a todos, pois Deus saberá quem são os seus”.  E isso realmente aconteceu. Está registrado nos livros e nas enciclopédias da História e não há como alguém contestar com honestidade. Tudo foi feito para preservar a Igreja dos  “hereges” e “em nome de Deus”. 

Até esse papa, “infalível representante de Deus na Terra”, conforme a tradição católica, o Inocêncio III, depois de aprovar e legitimar tais ataques que por certo resultariam em alto morticínio, “declarou-se arrependido” (coitadinho dele) ao saber, depois, das incríveis barbaridades cometidas pelos seus baderneiros cruzados. 

Nos dias de hoje, esse papa seria condenado por um tribunal internacional por ter sido cúmplice e mandante de atos de genocídio agravados por altíssimos requintes de perversidade, e teria sido enforcado, assim como enforcaram o Saddam Hussein e outros facínoras da humanidade. Os fatos sobre os seis séculos da Inquisição Católica estão registrados nas enciclopédias francesas italianas e nos livros afins colocados abaixo, ao final.
Os frades dominicanos atuaram na Idade Média como os principais agentes da Inquisição e conhecidos torturadores, faziam os pobres “acusados” sofrerem bastante sem matar. Para forçar as confissões dos que eram apanhados pelos frades dominicanos, de que atentavam contra a Igreja Católica, os pobres coitados da Bíblia, somente da Bíblia e de outros miseráveis sofreram torturas inacreditáveis, conhecidas por eles nos cinco graus de sofrimento, que de tão cruciantes e terríveis poderíamos ficar doentes até com a simples descrição. 

Repetindo: Até um historiador da própria Igreja católica, o Bispo William Shaw Kerr, escreveu:

 “A abominação mais hedionda de todas era o sistema de tortura. A narração de suas operações a sangue frio faz-nos estremecer e estarrecer diante da capacidade de seres humanos em matéria de crueldade”.

A garganta deles é sepulcro aberto; com a língua, urdem engano, veneno de víbora está nos seus lábios, a boca, eles a têm cheia de maldição e de amargura; são os seus pés velozes para derramar sangue, nos seus caminhos, há destruição e miséria; desconheceram o caminho da paz. Não há temor de Deus diante de seus olhos”. O apóstolo Paulo, profetizando, em Romanos, 3.15

 Seis séculos de horror, de morte, de dor, de pânico, de desonra, de bens tomados, de suplício, nos quais os frades dominicanos eram peritos em provocar as piores dores possíveis sem matar, seguindo as orientações do satânico frade dominicano Bernardo Gui, o último livro das colocações abaixo relacionadas.

Não somos simples mortais. Ocupamos na Terra o lugar de Deus, estamos acima dos anjos e somos superiores a Maria, mãe de Deus, porque ela deu a luz a um Cristo somente, mas nós, podemos fazer quantos Cristos quisermos”.   Afirmações heréticas do Papa Rei Pio IX, assassino e sequestrador (incrivelmente elevado a “santo” morto). Fonte: Gazeta da Alemanha número 21 do ano de 1870.

Os papas da Idade Média, da "Igreja Verdadeira", todos eles, viveram afundados em sua luxúria e ostentação do poder terreno,   e vários deles tentaram elevar-se ao grau da Santidade do Senhor Deus, o que consistiu em mais um dos vários motivos que provocaram corajosas e gravíssimas acusações do valente e ousado frade Jeronimo Savonarola contra a corrupção papal, e de todo o clero da Igreja católica, ato suicida para a época.  Repetindo o Apocalipse, Savonarola denomina o Vaticano, seus habitantes e tudo o que representa como sendo a Grande Prostituta satânica de toda a sorte de devassidão, banhada de sangue inocente, segundo o Apocalipse 17 (que consiste no Grande Julgamento da Babilônia papal vaticana romana, que começa no Apocalipse 16:19 e só termina no capítulo 19):

 “Tu profanaste os sacramentos pela simonia, clama ele à sua Igreja. A tua luxúria fez de ti uma prostituta. És um monstro abominável. Criaste uma casa de devassidão. Transformaste-te, de alto a baixo, em casa de infâmia. E o que faz a mulher pública? Acena a todos os que passam; quem tiver dinheiro pode entrar e fazer o que lhe apeteça. Mas quem quer o bem é expulso. Foi assim, Igreja prostituída, que desvendaste a tua vergonha aos olhos do universo inteiro e o teu hálito envenenado elevou-se até ao céu”.  FonteTINCQ, Henri - Os Gênios do Cristianismo. Histórias de profetas, de pecadores e de santos. Lisboa: Gradiva, 1999. (Para quem não sabe o que é Simonia, trata-se da burla da compra de votos para eleger-se, no caso aqui a papa).

Por proclamar essa Verdade altamente notável e comprovada pela História Universal (ex: a Enciclopédia Barsa), tremenda foi a vingança vaticana contra o corajoso frade Savonarola, ao final do século 15, pois foi enforcado e depois, pela ira e ódio incontido do corrompido Papa Alexandre VI, da famosa família Borgia, não contente em tê-lo enforcado, ordenou que seu cadáver fosse também literalmente assado nas fogueiras da “Igreja de Deus”, juntamente com seus auxiliares. Bem profetizou o Evangelho:

. “... mas virá a hora em que quando vos matarem, julgarão estar prestando culto a Deus”.  O Evangelho de João, 16.2.  

Martinho Lutero, indignado com tanta corrupção dentro da Igreja Católica, ao visitar Roma bradou:

"Ninguém pode imaginar que pecados e ações infames se cometem em Roma; precisam ser vistos e ouvidos para serem cridos. Por isso costumam dizer: "Se há inferno, Roma está construída sobre ele: é um abismo donde procede toda espécie de pecado."- D'Aubigné,   e em vários dos livros abaixo relacionados.

A História Universal nos revela que o catolicismo antigo reinava absoluto como o único seguimento cristão e não permitia outros seguimentos religiosos. Entretanto, a partir do século 14,  com os dois teólogos católicos John Wycliff, inglês e Jan Huss, tcheco (que foi queimado vivo), no século 15, começaram a surgir pensamentos dissidentes mais sérios dentro do próprio clero, culminando com a revolta do padre alemão Martinho Lutero. 

No século 15, João Huss, Reitor da Universidade de Praga, um frade, pregou contra o culto à imagens e mostrou que na Bíblia não havia Purgatório.    Por isso foi queimado vivo em praça pública.  John Wycliffe, também acusador da ampla corrupção clerical também seria queimado vivo, cujo maior "crime" foi o de traduzir a Bíblia para a língua inglesa, mas faleceu antes disso.

Uma ação sempre leva a uma reação e essa tardava por acontecer por causa da alta corrupção do clero na Idade Média. Pela reforma protestante foram formados diversos seguimentos religiosos.

Infelizmente, Lutero, no seu êxodo do catolicismo, na Separação, por ser ex-padre católico, ao desligar-se do papado romano, no caso presente o papa Leão 10, o fez definitivamente, mas não conseguiu desligar-se completamente da mais que secular doutrina católica de tantos erros que praticava havia décadas. 

Lutero continuou a chamar a santa em vida, a mãe de Jesus de “Mãe de Deus” nascida “sem o pecado original” e prestando culto a ela. Gottfried Maron. Fontes do livro “Maria na Teologia Protestante” do  Rev. Concilium, n° 188, de agosto de 1983.

As considerações finais de Lutero que mostram a continuação à idolatria mariana foram solidificadas no sermão em Wittenberg, um mês antes de sua morte. 

Por conta de sua antiga tradição católica romana, Lutero manteve a missa católica, com paramentos católicos e tudo o mais, e sua primeira missa evangélica foi levada a efeito na noite de 24 de dezembro de 1521.

Lutero, que também guardava o domingo católico, atropelou as Escrituras em suas teses: “Devemos rezar a Nossa Senhora, a Bem-Aventura Virgem Maria, para que ela venha em nosso socorro, porque realmente nós não sabemos o que será de amanhã. E realmente parece que toda essa ruína trará consequências terríveis ao mundo”.  (que grande tolice). 

Ainda bem que com o passar do tempo as novas fundações das congregações evangélicas foram abolindo os erros de Lutero, mas, infelizmente, o maior dos erros de Lutero, o mais afrontoso, não foi abolido: o corte da lei do sábado pelo papado romano do engano satânico:

“A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”. Catecismo católico, Edição 2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962.

As profecias de Deus por Daniel:

“E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo”.  Daniel 7:25

Quanto a isso, Summerbell, historiador dos discípulos de Cristo e da igreja cristã, escreveu:
"A igreja Romana havia se apostatado totalmente... Ela alterou o Quarto Mandamento, trocando o descanso do sábado, ordenado pela Palavra de Deus, ao instituir o domingo como Dia Santo do Senhor". A True History of the Christian and the Christian Church, pg. 417.

Novamente a débil fragilidade espiritual dos escritores católicos que em sua heresia atribuem a criação do dia de descanso aos papas católicos:

“Não o Criador do Universo, em Gênesis 2, mas a Igreja Católica pode reivindicar para si a honra de haver outorgado ao homem um repouso a cada sete dias. Storia della Domenica, S.D. Mosna, de 1969, pg. 366.  Uma imensa agressão a Deus!


“Deus simplesmente concedeu à Sua Igreja o poder para dispor de qualquer dia ou dias que achar apropriado(s) como dia(s) sagrado(s). A Igreja escolheu o domingo, primeiro dia da semana e, no decurso dos anos, adicionou outros como dias sagrados (dias de santos e santasFonte: Forbidden Sunday and Feast-Day Occupations, de Vicent J. Kelly, pág. 2. Uma idiotice gigantesca que mostra mais um ato satânico dos papas! Órgão oficial do Cardeal James Gibbons, o Catholic Mirror, de 23 de nov. de 1893:

“A Igreja, em virtude de sua divina missão, mudou a solenidade do dia de sábado para o domingo.” The Christian Sabbath, pg. 29 a 32. Divina missão?   Satânica missão, com certeza absoluta!

“A Igreja Católica, por sua própria infalível autoridade, criou o domingo como dia santificado para substituir o sábado, da velha lei.”  Extraído de Kansas City Catholic, de 9 de fevereiro de 1893.    Mais uma prova que Satanás esteve e sempre estará no comando do Vaticano e consequentemente do catolicismo.

Se o sábado pudesse ser “velha lei”, o Decálogo Inteiro também seria. Víboras de Satanás!

  “É melhor buscar refúgio no Senhor, que confiar nos homens”. Salmos 118:8.

“Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho”.  Atos 20:29.

Lutero conservou, também, a ridícula crença no tal Purgatório das almas penadas, como também, em sua tese 29, aprova  santos e santas “santificados” pelo papado romano.  Mas onde e como, então, o sábado santo de Deus foi sendo abolido para dar lugar ao tal domingo?

Realizando-se predições de Jesus concernentes ao caso, como também fazendo eco à Parábola do Joio e do Trigo, existem várias igrejas ditas evangélicas que só foram fundadas por espertalhões com a intenção premeditada de enriquecer os donos, caracterizando-se em exploração da fé, com a arrecadação do rendoso dízimo. Os valores do dízimo ou outras doações são utilizados de conformidade com os seus particulares interesses.  Tais fatos foram profetizados na Bíblia.

“Movidos pela cobiça, eles vos hão de explorar por palavras cheias de astúcia”.    Advertência do Senhor,  na Primeira Epístola de Pedro,   2.3.

Muitas pessoas procuram determinadas igrejas -- mais propriamente as pentecostais que propagam, com destaque, a prosperidade material --, tão somente à procura de uma chance de resolver problemas financeiros prementes ou de enriquecer mais facilmente, no entanto, buscando o Senhor Deus somente por interesse monetário, revelam grande ignorância.  Só um ignorante da Palavra atrever-se-ia a procurar o poder do Espírito Santo com o intuito de enriquecer materialmente, sabendo-se que essa condição terrena foi plenamente abominada por Deus.  Assim diz a palavra:

“Pedis e não recebeis, porque pedis mal, com o fim de satisfazerdes as vossas paixões”.  Sentença do Senhor Deus,  em Tiago,  4.2.

Pedir mal não se relega, apenas, a pedir dinheiro ou outros bens materiais. Pedir mal é pedir fama, prestígio, poder; é pedir momentos de glória na TV, nos jornais, nas revistas e assim por diante.  Não adianta pedir tais coisas a Jesus, pois ele não age como os gênios dos três desejos.

Quanto aos milagres e prodígios realizados em todos os seguimentos cristãos, isso faz parte ativa da propagação do cristianismo. Desde a vinda de Jesus tem sido assim. A Bíblia nos revela que Jesus será sempre aquele mesmo que passou pela Terra, então, como é o mesmo, tem de realizar, também hoje e amanhã, os mesmos prodígios que produziu em profusão em seu tempo!  

Dado o fato de Jesus advir de uma humilde família, a mensagem que ele promoveu na Judéia, extensiva ao mundo todo, teria caído no vazio se ele não a tivesse legitimado com fenomenais prodígios e se ele próprio não tivesse vivido coerentemente os preceitos que propagou!

- Jesus, meu Mestre, se queres podes
 purificar-me da lepra.
Eu quero. Fique curado.  

As curas físicas de Jesus, que resultaram em profusão de conversões, em Lucas, 5.12.

Se as obras de Jesus produzem conversões, provocaram, também, ciúme e ódio. A Bíblia nos revela, em João, 11.45, que ao realizar o surpreendente milagre de ressuscitar um morto há quatro dias, Jesus atraiu para si altos ciúmes e ódio mortal dos homens que comandavam o templo.  Quanto a esse fato, assim revela a Bíblia nos mostrando que os do templo resolveram perder o medo da multidão, pois desta vez condenaram Jesus a ser sacrificado, como também Lázaro:

"…e desde  aquele momento resolveram tirar-lhe a vida".  João, 11.53.

Ouvi, outro dia, durante uma homilia,  um padre católico, como da mesma forma ouvi, também, um pastor da igreja Testemunhas de Jeová,  cada um a seu tempo e em seus templos, afirmarem que a autoridade de realizar milagres foi dada exclusivamente aos apóstolos de Jesus como um dom gratuito de Deus, portanto, afirmou, somente aqueles poucos que forem escolhidos por Deus, podem realizar prodígios.

Ora, não são essas as revelações das Escrituras. Em João 14.12, Jesus foi explícito e incisivo: “Aquele que crer em mim fará as obras que eu realizei”.  Jesus não disse: “Fará as obras que eu realizei somente vocês, os escolhidos por meu Pai”.  

Quem Deus escolhe para evangelizar e para legitimar as palavras que utilizará para converter? Deus escolhe todos aqueles que se esforçam por viver coerentemente de acordo com os exemplos de Jesus e de acordo com os preceitos que estarão propagando; que acreditem, de todo o coração, que o poder divino estará disponível sempre que necessitarem. 

O Criador não usa dois pesos e duas medidas, portanto, se concedeu a Cristo todo poder sobre a Terra, sobre tudo e sobre todos, e se o mesmo Cristo disse, por tantas vezes, que o cristão tem de realizar as obras que ele realizou, então, entende-se, cristalinamente, que no momento em que invocamos o poder celeste, o nosso brado quando proferido não apenas com a boca, sobretudo com o peito explodindo de fé é uma extensão da voz do Filho de Deus, e as nossas mãos, quando estendidas sobre um enfermo, pela fé tornam-se extensões das mãos de Jesus!

        Quando Jesus fez consistentes promessas aos seus apóstolos, tais como em João 14.12, em Marcos 16.16, não se dirigia unicamente a eles como querem alguns teólogos. Quando Jesus se dirigia aos seus apóstolos, as suas palavras se tornavam herança perpétua a todos os mortais senão, entende-se perfeitamente, que não haveria a necessidade de registrar tais ocorrências no Evangelho,  legado de Deus a nós.

“Mas o Paráclito a quem o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos recordará tudo o que vos tenho dito”.    Revelações de Jesus, em João,  14.26.

Se suas promessas que legavam poder fossem dirigidas exclusivamente aos seus discípulos, teríamos de ver Evangelho apenas como um livro histórico. 

Portanto, se tudo o que Jesus revelou, todas as promessas e preceitos, fossem dirigidos somente aos que o ouviam no momento, podemos aposentar a nossa Bíblia.

 “Jesus disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo, porém quem não crer será condenado. Estes milagres acompanharão os que crerem: Expulsarão demônios em meu nome, falarão novas línguas, pisarão em serpentes  e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal;  imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados”.  Marcos, 16.15 a 18.
Outro exemplo: 

Os clérigos católicos , filhos de Satanás, se valem de Mateus, onde Jesus afirmou a Pedro, para “fazê-lo” o primeiro papa.

“Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra terá sido ligado nos céus; e o que desligares da terra, será desligado nos céus”. Mateus,  16,19. 

Mas não só a Pedro Jesus prometeu essa grandiosidade, mas também a todos os herdeiros de Sua Promessa, que somos todos os que vivermos os preceitos de Jesus, no mesmo Livro de Mateus, pois em outro lugar e em outra ocasião se dirigia a todos os presentes:

Em verdade, em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra terá sido ligado nos céus, e tudo o que desligardes na terra será desligado nos céus”.  Mateus, 18.18.

Os singulares prodígios de Cristo foram absolutamente importantes na credibilidade da sua missão para legitimar a que veio.  Em João 11, notamos, nitidamente, que mesmo sabendo que Lázaro havia morrido, Jesus demorou-se, de propósito, mais dois dias, para voltar para a Judeia.  Quando se apresentou na casa de Lázaro, esse já se encontrava morto por quatro dias. Como é notório, naquele tempo não havia sistemas de refrigeração e, por isso, o cadáver já cheirava mal. Já estava em decomposição. Em decorrência disso, o impacto do milagre da ressurreição foi altamente estrondoso. Muitos dos presentes, altamente pasmados e assombrados em alto grau em virtude daquele milagre, creram na mensagem de Jesus e se converteram incontinenti ao cristianismo, ou seja: passaram a crer incondicionalmente em Jesus e em sua Nova Mensagem. Por terem se tornado testemunhas vivas daquele descomunal prodígio é certo que  converteram outros, pois foi desse modo que o cristianismo se propagou.

 E, como naquele tempo, hoje tudo se repete: os cristãos, não importa o seguimento ao qual estejam integrados, passaram a tomar posse do legado de Jesus como em João 14.12, como também em Marcos, 16.15 e, por isso, legitimam a sua pregação com os mesmos milagres do Mestre. Tanto no meio católico quanto no evangélico ocorrem milagres, tanto na maior, que é a Assembléia de Deus, tanto nas menores, no entanto, não dá para nomear todos os templos redutos da fé, onde se prodigalizam os frutos de Jesus, dos quais, por várias vezes,  até nos templos mais humildes, dentro das favelas, eu fui testemunha viva.

 Jesus quis, também, que os seus milagres e as expulsões de demônios fossem amplamente divulgados,  caso contrário, não os teria realizado publicamente e até mesmo nas praças sob o testemunho da multidão.

Jesus pediu ao homem a quem havia expulsado vários demônios:

“Volta para casa e conta o quanto Deus te fez.  Ele foi e divulgou por toda a cidade o quanto Jesus lhe tinha feito”.    Revelações de Jesus,   em Lucas, 8.39.

É verdade que Jesus estabeleceu um caminho penoso para a salvação, tanto que seguiu por esse caminho para deixar um exemplo irrefutável disso. Pelo próprio Sacrifício do Cordeiro, Jesus quis nos mostrar que só alcançarão o Reino de Deus aqueles que se sacrificarem. Jesus não usava meias palavras ou subterfúgios, assim, disse claramente: 

“Dizia Jesus a todos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará”.  Lucas, 9.23.

Entretanto, Cristo também pregou a paz, libertou multidões da fome e do sofrimento; por mais de uma vez encheu de peixes graúdos a barca dos pescadores;  transformou a fúria de uma tempestade em calmaria para alegria de seus discípulos; alegrou multidões de famílias que viram os seus filhos curados, consolados e até mesmo ressuscitados.  Trouxe vida nova aos leprosos que curou. Cristo substituiu o doloroso ato de circuncisão pelo agradável ato do batismo e até salvou do fracasso uma festa de casamento, demonstrando que o homem deve ter, também, momentos de alegria. 

A oração que nos ensinou, depois da indispensável glorificação ao Criador,  contém um forte apelo de paz que renega a maldição e clama pela bênção, qual seja: Pai... livra-nos do mal”.   Para coroar essas mensagens de paz, Cristo ainda nos legou o seu poder com o qual podemos extinguir qualquer enfermidade do corpo e resolver outros problemas, conforme está posto, claramente, em Marcos 16.17, e em João 14.12.   O Senhor Deus Pai deixou, ainda,  sinais pródigos no Primeiro Testamento pelos quais entendemos que todo aquele que anda pelos seus caminhos, tornando-se plenamente fiel a ele, não se afastará jamais do campo das suas bênçãos. Como cantam os salmos: abrigar-se-á à sua sombra,  será conduzido por riachos verdejantes  e terá uma mesa farta à vista dos descrentes,  pois aquele que crê, realmente, nisso, sabe que ele é o seu Pastor, e nada lhe faltará!  Deus é o Eterno Provedor!



Há certas pessoas que procuram os templos nos quais os pastores enfatizam o chamado à prosperidade material, mas, por isso, alguns acabam por tomar conhecimento da prosperidade mais importante: a espiritual e uma parte delas passa a tomar posse dessa prosperidade, convertendo-se ao real sentimento cristão. Na condição de vida em que antes se encontravam, dificilmente aqueles novos convertidos atenderiam aos chamados que contivessem características estritamente espirituais. Mesmo na época do Rabino Nazareno poucos se proporiam a ouvi-lo, por horas, se ele não houvesse realizado, antes, os fenomenais prodígios que realizou.  Jesus conseguiu reunir multidões que o seguiam e ouviam-no com total interesse, porque muitas das pessoas que pela primeira vez lá compareciam, o faziam deduzindo que, se ele curava a tantos e até ressuscitava a mortos, poderia curá-los, também.  

“Nem só do pão vive o homem, mas de toda palavra de Deus”.
A palavra, em  Lucas, 4.4.

Tal como ainda ocorre hoje, quando muitos buscam as congregações progressistas visando melhorar de vida, ao tempo de Jesus, muitos o procuravam com o intuito exclusivo de ver resolvido seus problemas de saúde, mas ao contato com ele, magnetizados por seu carisma, por sua mensagem diferente e abismados pelos seus prodígios, creram e passaram a viver seus preceitos tornando-se cristãos. Em virtude da real conversão, e por isso, tendo em vista apenas as coisas do céu, muitos deram até a sua vida por Jesus Cristo.  

Hoje, também, uma parte dos que se dirigem às Igrejas Evangélicas Pentecostais progressistas, pela primeira vez, influenciada pelos chamados afins, tem como primeiro interesse a resolução de seus problemas particulares.  Contudo, também, esses nossos irmãos, vazios das coisas espirituais de Deus, que só se acham presentes nesses templos pelo chamado do mundo, podem tomar conhecimento do Evangelho pelo qual poderão até se converter realmente.  Sem uma oportunidade de conversão como essa, continuariam a ser ovelhas prestes a cair no precipício.  Nem sempre o Senhor Deus age de modo que para nós seria o ideal. Os caminhos do Espírito Santo de Deus, às vezes, podem nos parecer incompreensíveis.

"(...) Mas não faz mal!  Contanto que de todas as maneiras, por pretexto ou por verdade, Cristo seja anunciado.  Nisto não só me alegro, mas sempre me alegrarei".  A verdade do Espírito Santo de Deus, na Carta aos Filipenses,  1.18.

Essas reuniões espontâneas de almas, não importa quais forem os templos dos diversos seguimentos cristãos, realizadas em nome do Altíssimo, não têm preço, pois trazem a presença do Espírito Santo de Deus em seu meio.  Acorrem lá todos os tipos de pessoas, oriundas das mais diversas congregações; de outras religiões e até de seitas. Se muitos estão lá para agradecer e para glorificar ao Senhor, outros procuram a verdade cristã que tem de ser legitimada por frutos, tal como no tempo do Nazareno.

Do mesmo modo  que  as multidões se acercavam de Jesus, procurando a verdade ou uma graça, essas pessoas de hoje, acorrem agora, sequiosas do espiritual, aos templos de todos os seguimentos cristãos, tentando de todas as formas tocar em seu manto e receber a sua manifestação.  Nessas reuniões em o santo nome de Deus, aqueles que verdadeiramente se comprometem com ele encontram a verdade, o calor cristão, a paz que provém diretamente da alma, a paz que buscaram antes e não encontraram.

Mas, há, também, pastores que repassam uma imagem de ovelhas de Cristo, mas por dentro são falsos profetas, verdadeiros lobos, preocupados apenas em arrecadar, além dos valores do dízimo.  Muitos já se enriqueceram majestosamente usando, falsamente, o santo nome de Jesus para arrecadar em proveito próprio e é certo que isso lhes trará altas maldições. Nos últimos tempos isso vem se repetindo cada vez com mais frequência.

Se os falsos pastores e seus auxiliares são  treinados a repassar, com muita ênfase, preceitos bíblicos que induzem à prosperidade material em alto grau, por outro lado são treinados, também, para arrecadar. Se os recolhimentos dos templos são desviados para finalidades estranhas aos preceitos bíblicos não podemos nos esquecer das pessoas que lá comparecem.   De forma alguma são vítimas espoliadas, pelo fato de entregarem o dízimo bíblico, ou até bem mais do que isso, ao pastor do templo, seja ele quem for, pois, perante Deus, em  virtude do preceito divino pelo qual não podemos julgar ninguém, o preceito dizimista estará sendo cumprido e isto basta.


Mas quanto a isso, a Palavra de Deus não falha:

“Movidos pela avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tardam e a sua destruição não dorme”.  II Pedro, 2.3.

Nessas reuniões da fé realizadas em nome do Senhor, sejam em templos de congregações tradicionais ou fundadas por pastores mal falados, é certo que o Espírito Santo de Deus está presente em meio ao povo humilde de coração. Prodígios, graças e milagres são alcançados por aqueles que têm fé. Essas manifestações de Deus aos homens de fé independem da presença ou das orações de muitos padres ou pastores, ou de presumíveis pastores.  Deus manifesta-se, particularmente, apenas àqueles que se arrependem, de verdade, de seus pecados e aos que guardam os preceitos cristãos, em qualquer lugar onde se encontrem, até mesmo em meio à multidão.

“Aquele que me ama, será amado por meu Pai, e manifestar-me-ei a ele”. Explícito comprometimento de Jesus,  em  João,  14.21.

O templo, como edificação, não é tão importante, porque o mais precioso aos olhos de Deus é a sua assembléia.  E nessa santa assembléia, na qual a espiritualidade é intensamente vivida pelos presentes, o Espírito Santo de Deus estará sobre eles, e pela fé realizará suas obras em favor dos que fizerem por merecer.

O cristão real sabe que o importante para Deus não é o templo e, sim, a assembléia que se reúne dentro dele.  Do mesmo modo que o católico consciente não vai ao templo para honrar o papa nem o padre, mas, sim, a Deus, os evangélicos não vão aos templos honrar pastores, sejam eles servos de Deus ou mesmo lobos em pele de ovelha. Deus está onde o buscam, verdadeiramente, de coração. 

Quanto aos pastores acusados pela mídia de se valerem do dinheiro dos dízimos para se enriquecerem e que conseguem instalar milhares de templos devemos nos lembrar da revelação do Espírito Santo de Deus em que os caminhos do Senhor podem divergir dos nossos:

“Não toquem nesses homens. Se forem de Deus, ninguém poderá com eles, mas se forem da Terra, sucumbirão por si mesmos”.  O sábio Gamaliel, em Atos 5:38.

Dentre os pastores evangélicos e clérigos católicos, tenho notado que há alguns que, pela evidente ausência de sabedoria espiritual, jamais poderiam estar a explicar preceitos bíblicos.  A sabedoria espiritual não advém apenas do estudo e da leitura da Bíblia e do treinamento oratório, mas, sim, uma das regras básicas para isso é a de viver coerentemente de acordo com os preceitos nela contidos.

Quanto a padres desviados, pedófilos e escandalizadores, fatos tão propagados pela mídia, isso tudo acontece por pura teimosia do alto clero, pois a própria Bíblia revela que se os clérigos não se casarem, não poderão aconselhar convenientemente os que estão sob seus cuidados:

É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, que tenha se casado com uma só mulher... Que saiba governar bem a sua casa... De fato, se algum não souber governar a sua casa, como poderá cuidar das coisas de Deus? 
Primeira Carta a Timóteo, 3.2 em diante. 

Todos sabem que todos os versículos constantes das Escrituras são revelados pelo Espírito de Deus.

Quem estudou a história da Igreja sabe que antes os padres se casavam. A maior das razões da anormalidade imposta aos clérigos, a proibição de não mais se casarem, deu-se em 1073, com o papa Gregório VII. Essa injusta determinação papal, que já provocou milhares de escândalos sexuais — antigamente totalmente abafados —, foi imposta para que os filhos legítimos dos padres e bispos não mais reivindicassem, como herança, bens materiais da Igreja. Muitos clérigos continuaram a ter filhos mesmo sem se casarem, mas como eram considerados filhos ilegítimos, não tinham direito a nada.  Tal teimosia papal custa ao Vaticano algumas centenas de milhões de dólares anualmente por conta de indenizações às famílias de jovens corrompidos por maus sacerdotes.

Os apóstolos de Jesus conviveram por mais de três anos com ele aprendendo seus preceitos que formaram o Evangelho, mas nem por isso estavam preparados para continuar a obra do seu Mestre. Sendo assim, até o renegaram por medo da força e da maldade dos homens e se mantiveram escondidos depois da sua execução. Só ficaram preparados para converter a muitos quando foram tomados pelo avivamento espiritual, pela sabedoria maior advinda do Espírito Santo de Deus. É absolutamente compreensível que receberam esse alto privilégio porque, apesar de suas fraquezas e de seus tropeços, mereceram tal grandiosidade em virtude de seu esforço de três anos em acertar e da sua determinação em permanecer fiel ao seu Mestre. Dessa forma, o conhecimento profundo da Bíblia não significa estar avivado pelo Espírito de Deus, mas tal como ocorreu com esses discípulos, é uma das características básicas para tal grandeza. 

Temos testemunhado que algumas interpretações bíblicas de alguns pastores e de alguns clérigos são uma lástima.  Se a muitos podem enganar, o homem justo, o sábio, aquele avivado pelo Espírito de Deus, têm mais facilidade de identificar um aventureiro religioso, um falso pastor sem condições espirituais de repassar a palavra de Deus inteiramente a outros.

Há pastores que cometem pequenos equívocos que não chegam a agredir nenhum preceito bíblico. Mas quando um engano é cometido por um pastor dos mais famosos e prósperos materialmente falando, torna-se, pelo menos, um fato curioso.  Curiosamente,  ouvi um desses famosos pastores, no caso o tal RR Soares, dizer pela TV: “Quando Pedro visitou a sua sogra, na companhia de Jesus e dos outros discípulos, estando ela febril, Lucas, que era médico, examinou-a...”  Ora, da mesma forma que Paulo, Lucas nunca cruzou com Jesus, fisicamente, portanto, não poderia ter examinado a sogra de Pedro.

Geralmente, não são pastores de Deus que em determinada fase de seus ministérios venham a se corromper por causa de dinheiro, mas, sim, são outros que, de modo calculista, fundam uma nova congregação religiosa, colocam executivos jovens e simpáticos como pastores, com o intuito principal de se apropriarem da arrecadação do dinheiro do dízimo, e para gáudio deles, de valores bem maiores que os dez por cento de praxe.  Entretanto, mesmo esses falsos pastores não vão atrapalhar o seu encontro com o Altíssimo, mesmo porque não é possível ler a mente desses supostos prepostos de Deus na Terra, tentando descobrir os seus propósitos. De acordo com a palavra, não temos o direito de julgar ninguém, a não ser que seja fato comprovado e divulgado pela mídia.  
  
Na sua grande benignidade, o Senhor Deus atende aos sinceros apelos do arrependido que o busca cheio de fé, querendo acertar e, na sua ingenuidade ou até ignorância, vê o representante de Jesus Cristo naquele pastor ora em frente, seja de que ordem religiosa for. As ofertas cedidas pelo cristão sincero serão endereçadas para reforçarem as obras do Senhor -- conforme ele mesmo revelou, em Malaquias 3 -- e, certamente, alcançarão merecimentos pessoais, embora aquele falso pastor possa, furtivamente, vir a gastar esse dinheiro até de modo devasso.

O cristão sincero e justo, que por isso mesmo não pode julgar ninguém, jamais poderia imaginar que a sua oferta poderia seguir caminhos tão sacrílegos.  Contribuindo, corretamente, com o dízimo, perante o Senhor, a sua parte estará completada, com méritos, e a destinação que será dada ao dinheiro será de exclusiva responsabilidade do pastor, seja ele quem for, e é certo que, perante o Criador, terá de responder por isso.

Quanto à expulsão de demônios ouvi uma pessoa altamente culta dizer que os pastores evangélicos montam um verdadeiro circo, dentro do templo, no qual eles, os atores,  simulam expulsão de demônios. É aceitável que isso ocorra com falsos pastores, tal com acontece na Universal, mas se houver enganação premeditada é certo que dia mais dia serão denunciados pela fraude, pois uma encenação dessas requer a participação de terceiros e esses dificilmente guardariam, para sempre, o falso testemunho. 

Um dos atos mais comuns de Jesus Cristo foi justamente o da expulsão de demônios. Sempre o fazia em público e seu palco era as ruas, as praças, as salas e muitas vezes, tendo como espectadores, verdadeira multidão (Mateus, 9.33 e Marcos, 5.31). Sabemos que tudo o que Jesus fez é para ser repetido. Dessa forma, se verdadeiros pastores evangélicos  -- excluam-se, aí, os das igrejas caça-níqueis -- sacerdotes católicos, ortodoxos ou mesmo pessoas leigas se propõem a expulsar demônios, nada mais promovem do que fazer valer a vontade do Senhor, ao realizar tal ato em público, bradando que o fazem em nome de Jesus!  Não é necessário ser santo para tal empreitada, pois apesar dos nossos pecados passados, basta a fé real para que qualquer um de nós possa expulsar demônios. Para isso, basta apenas  acreditar que possamos fazê-lo, sob o nome sagrado nome de Jesus. 

Quando Cristo ensinou a oração Pai Nosso, e inseriu: “Seja feita a tua vontade”, quis deixar latente, também, que o Pai quer que nós imitemos o Filho em todos os seus exemplos, e isso inclui realizar prodígios e expulsar demônios de pessoas possessas. Estive presente durante uma dessas expulsões de demônios, sob o teto de um templo. Além de o pastor bradar para que o demônio se retirasse, em nome de Jesus, percebi que a assembléia, com grande fé, participava ativamente do prodígio, com a emoção de quem sabe que o Espírito Santo estava ali presente, e agiria prodigamente, como de fato o fez.  Nesse caso, se o pastor não era um homem santo, a assembléia fez a parte dele.   Se algum pastor simular uma expulsão de demônios, pagará muito caro, conforme a Bíblia, pois a obra de Deus abomina usar o Santo Nome do Senhor para engordar a sua conta bancária.  A propagação do real sentimento cristão não precisa e rejeita qualquer tipo de ajuda desonesta.

 “... Expulsarão demônios em meu nome...”    Herança de Jesus, em Marcos, 16.17.  Os milagres que até hoje continuam entre os cristãos SÃO O COMBUSTÍVEL do cristianismo.

 Os preceitos divinos colocados na Bíblia dos evangélicos são absolutamente iguais aos colocados na Bíblia católica, quanto aos livros correlatos.  A diferença está no maior número de livros na Bíblia católica.  A Bíblia não é mais Bíblia por conter mais livros. Os clérigos católicos se apegam muito nos livros apócrifos, pois tal como acontece com o Livro Macabeus, é a única fonte disponível que poderia tentar legitimar o tal Purgatório, já que Jesus e seus discípulos muito falaram de Inferno e de Céu; de anjos bons e de maus, mas jamais, nem levemente, fizeram qualquer alusão ao tal Purgatório, nem mesmo citaram qualquer utilidade da oração pelos mortos, mas sim, e bastante, da utilidade da oração dos vivos pelos vivos.  Também não há um só versículo que revele a utilidade da intercessão dos santos. O livro apócrifo de Macabeus também traz preceitos verdadeiramente espíritas, portanto, bastante nocivos, pois um morto jamais conseguirá se comunicar com os vivos e vice-versa.

Quanto a católicos, evangélicos e ortodoxos, todos são seguimentos cristãos que buscam a Deus do modo como acreditam ser o mais correto. Todos buscam a verdade.  Se os católicos e os ortodoxos  apóiam-se em imagens e no culto à Maria com o intuito de provocar a fé, é dessa forma que aprenderam.

  Testemunho que presenciei, pessoalmente, no meio evangélico, diversos milagres de curas físicas, e é lógico, sem nenhum auxílio de Maria, de santos e de suas imagens. Mas não posso negar que em meus estudos sobre as religiões cristãs, presenciei, também, no catolicismo, muitos milagres em prol daqueles que invocavam santos e Maria como intermediários em frente às suas imagens.  A diferença dos milagres do Senhor no meio evangélico é exatamente porque os evangélicos alcançam as mesmas graças do Senhor sem a necessidade da inutilidade das intercessões a santos e santas, como também sem agredir os Dez Mandamentos se reportando a imagens, estátuas e estatuetas, tal como a estatueta da Aparecida do Norte:

Guardai-vos, pois, cuidadosamente, a vossa alma, pois aparência nenhuma vistes no dia em que o Senhor, o vosso Deus, vos falou em Horebe, no meio do fogo; para que não vos corrompais e vos façais alguma imagem esculpida na forma de ídolo, semelhança de homem ou de mulher, semelhança alguma de animal que há na Terra nem semelhança de pássaros dos céus, semelhança alguma de animal que rasteja sobre a Terra, semelhança alguma de peixes que existem nas águas debaixo da Terra”.  As explícitas proibições do Senhor, quanto à feitura de imagens, em Deuteronômio, 4. 14 a 19.

Sabemos que, fundamentados em Êxodo, 20.4, no qual está revelado a palavra de Deus: “Não farás para ti escultura ou figura alguma do que está nos céus, na Terra, nas águas ou embaixo da terra e não prestarás diante delas culto...”, os evangélicos protestam quanto ao culto às imagens e contra outras práticas do catolicismo as quais consideram não haver legitimação bíblica para tal, ao contrário, trata-se de uma agressão às explícitas proibições afins.   Por outro lado, os católicos protestam, também, contra a fé evangélica na qual Maria e santos não têm lugar.  Os católicos preferem  Roma e os evangélicos preferem essencialmente Jerusalém.

“Pegaste nos teus adornos que era feito de ouro e de prata que eu tinha te dado e fizeste com eles FIGURAS HUMANAS e idolatraste com elas”.  Ezequiel, 16.17. 

O catecismo católico ensina a guardar o domingo e os dias santos de guarda, mas os Dez Mandamentos (Êxodo, 20) revelam que o homem deve guardar o sábado, o dia santificado de Deus. O clero alega que os apóstolos de Jesus guardavam o domingo, porque Jesus ressuscitou neste dia, mas não há uma só inserção bíblica que, mesmo palidamente, indique que o sábado santo foi substituído pelo domingo, ou mesmo que os apóstolos guardavam o domingo.






Os adventistas do sétimo dia contestam, na própria Bíblia, que de fato os apóstolos guardavam o sábado. Se meditarmos com atenção, deixando de lado a tradição religiosa, veremos que eles têm toda a razão do mundo, e se valem dos seguintes versículos:   Êxodo 20.8 — Mateus 5.17 e 18 — Atos 13.14 — Atos 13.41 e 42 — Atos 17.2 — Atos 18.5 — Hebreus 4 inteiro — João 15.10 — Romanos 3.3 — Romanos 7.12 — Ezequiel 20.13 — Jeremias 11.3.

Jesus também santificava os sábados:

Voltando a Nazaré, onde fora criado, Jesus entrou, num sábado, na sinagoga, como era seu costume...  Lucas, 4.16.  Jesus fez questão de mostrar-se santificando os sábados PARA NOS DAR O EXEMPLO.
Os apóstolos de Jesus também santificavam os sábados, antes e depois da ressurreição:

O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei.  Lucas, 23. 55 e 56.

Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor, na Igreja de Deus, sem teto e sem paredes:

“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 

Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 
Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, pois aconteceu ao ar livre, junto a um rio, pois é evidente que, quase toda a cidade não caberia num salão ou num templo, então, está claro que essa reunião, para adoração, no santo dia do Senhor, foi realizada ao ar livre.
 Tratou-se de um culto cristão sem teto, nem paredes, que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável

Ignorando as Dez Leis e as afirmações de Jesus em Mateus, 5.17 e seguintes, nos quais Jesus afirmou, categoricamente, de modo irrevogável, irretratável, insofismável e absolutamente cristalino, que ele não veio para mudar uma só letra das Leis dos Profetas, os Dez Mandamentos, e se nada mudou o santo sábado vai valer até a consumação dos séculos, o clero alega que os apóstolos de Jesus guardavam o domingo e isso veio até nos pela tradição, nada provado, mas os que guardam o sábado alegam que nada pode interpor-se às diretas Palavra de Deus e mesmo assim, os apóstolos e o próprio Jesus, guardavam, realmente o sábado, como está revelado nos versículos acima.

Os adventistas valem-se, ainda, com muita propriedade, das próprias palavras de Jesus (Mateus 5.17 e seguintes), quando atestou que não veio à Terra para mudar uma vírgula sequer dos Dez Mandamentos da Arca da Aliança. Portanto, entendem, que se Jesus, a Verdade de Deus afirmou algo tão grave e profundo, então não haveria como os apóstolos o desmentirem. De um lado a palavra de Deus, que jamais volta atrás, manda guardar o Sétimo Dia, mas os homens mudaram o Sétimo Dia para o primeiro dia da semana e ainda pretendem deter a Verdade. Durma-se com um barulho desses. 

Sempre digo que não adianta só ler a Bíblia, é necessário e imprescindível meditar sobre ela, e se meditarmos sobre o sábado e o domingo na Igreja Primitiva, notaremos, claramente, que o tal domingo não existia no meio apostólico, mas, sim, os sábados.  

 Há uma fortíssima revelação no Evangelho, muito importante, que não concede refutação alguma, que NÃO ESTÁ ESCRITA, mas que é altamente reveladora, que indiscutivelmente PROVA biblicamente que o tal domingo nunca existiu no Evangelho como Dia de Guarda e Santificação.

 Basta RACIOCINAR para entender essa Verdade. E essa colocação é tão cristalina, tão evidente, tão esclarecedora e conclusiva que não é necessário nenhum esforço de raciocínio para abraçar a Verdade que revela que para o Senhor Deus o sábado é para sempre. Vamos a ela:

 A Verdade de Deus no Evangelho nos mostra que os judeus, em geral, principalmente os fariseus, escribas  e príncipes do templo não aceitavam, em hipótese alguma, agressões à sua mais que secular tradição. Por isso, os fariseus se rebelaram quando notaram os apóstolos de Jesus tomar as refeições sem que antes lavassem as mãos. E isso ficou registrado no Evangelho.

 Os fariseus protestaram forte apenas pelo fato de os apóstolos de Jesus tomarem as refeições sem lavar as mãos, e isso ficou registrado no Evangelho,    assim também como ficou registrado no Evangelho o protesto dos fariseus quando perceberam que num sábado os apóstolos de Jesus colhiam espigas para matar a fome. Por conta disso,  imagine, então, os fortes protestos, e as terríveis consequências que certamente ocorreriam se os apóstolos de Jesus tivessem apenas ousado sugerir que a partir da Ressurreição de Jesus o Santo e Solene sábado de Deus seria trocado pelo domingo,   o que só veio a acontecer quando o clero de Satanás, e seu papa Libório, pel o Concílio de Laodicéia, ano 364,  por puro ódio dos judeus proibiram o sábado  a favor do tal domingo e ainda decretaram perseguições a todo aquele que teimasse continuar com o sábado.

 Se apenas um só dos apóstolos sugerisse que o sábado "já era"  teria provocado  um escândalo de tamanha proporção que certamente estaria devidamente registrado nas Escrituras, pois nos revelaria fortíssimas revoltas judias, uma verdadeira revolução religiosa que poderia até ter ocasionado mortes.

 Segundo a tradição israelita, se os apóstolos Simão Pedro ou Paulo tivessem apenas sugerido tal mudança insensata, absolutamente inconsequente -- segundo Jesus em Mateus, 5.17 e seguintes --, teriam sido arrastados pelas ruas e apedrejados em praça pública por uma multidão enfurecida, pois por muito menos apedrejaram Estêvão e perseguiram Jesus jurando-o de morte, apenas por ter curado num sábado e por ter-se identificado como o Filho de Deus vivo. Ou será que você acha que não? Medite sobre isso, meu amado irmão!

 Então, se não há um só registro de graves protestos contra um só dos apóstolos de Jesus por ensinar ou apenas por sugerir que o tal domingo viera a substituir o sábado, e só por isso: NUNCA EXISTIU O TAL DOMINGO NO EVANGELHO como o Dia do Senhor, nem jamais poderia, pois Jesus bradou que o Universo inteiro e os céus poderão ser destruídos antes que das leis do Pai se consiga retirar um simples til, mas os fariseus modernos e até hipócritas, incrivelmente se opondo a Jesus e sua Verdade, pretendem retirar das leis de Deus os 405 caracteres que formam o Quarto Mandamento do Sétimo Dia.

 O apóstolo Paulo foi alvo dessa fúria judia e quase foi morto por isso, mas essa revolta judia NÃO aconteceu por ensinar contra o sábado, pois se isso tivesse acontecido, fatalmente teria sido linchado, tal como o apedrejaram noutra ocasião (Atos 14:19) apenas pelo fato de ter curado um lesionado dos pés e coxo (Atos 14:8)  Esse escândalo dos fariseus aconteceu  porque Paulo ousava ensinar uma doutrina que se opunha às leis da tradição israelita, de sue pais, tal como a Circuncisão da carne. Os sacrifícios de animais nos templos, a lei da segregação racial, a lei da morte a pedradas e outras ordenanças que não tiveram lugar no Evangelho da Graça, pois se isso tivesse acontecido, por serem leis escravas inviabilizariam a Religião da Graça e da Liberdade de Jesus.

 “Quando já estavam por findos os sete dias, os judeus vindos da Ásia, tendo visto Paulo no templo, alvoroçaram todo o povo e o agarraram gritando: Israelitas, socorro! Este é o homem que por toda a parte ensina todos a serem contra o povo, contra a lei e contra este lugar: ainda mais, introduziu até a gregos no templo, profanando este recinto. Agitou-se toda a cidade, havendo concorrência do povo e agarrando a Paulo, arrastaram-no para fora do templo procurando matá-lo”.  Atos, 21.27.

 Quanto a isso tudo, um bispo católico, com o qual eu me correspondi a respeito de sábados e domingos, surpreendentemente, ao assegurar que os apóstolos ensinaram, na surdina, os cristãos antigos a trocarem o sábado pelo domingo, exatamente para que não ocorresse as revoltas acima descritas.

 “Ora, meu caro bispo – respondi --, depois que os apóstolos receberam o fogo do Espírito Santo de Deus no Cenáculo, perderam completamente o medo de qualquer ser da Terra e demonstraram isso, pois por amor ao Mestre, até a vida ofereceram para a propagação do cristianismo. então o senhor errou feio!

 Que religião verdadeira, a do poder de Deus, seria essa cujos apóstolos teriam de humilhar-se a esconder a Verdade de Deus,  por medo do mundo?  Com medo, Paulo? Com medo, Pedro?

   Repetindo: depois que os apóstolos de Jesus receberam Labaredas de Fogo do Espírito Santo de Deus eles perderam o medo de qualquer homem da Terra inteira. Ora, então por que o senhor não levou essa grandiosidade em conta? Ora, meu caro bispo, o seu cristianismo não representa Verdade de Deus!”.  O bispo silenciou.

 A Verdade está revelada, por isso RACIOCINEM, irmãos, e não ajam como os fariseus modernos que bloqueiam as suas consciências e anestesiam as suas mentes na repulsa satânica contra os sábados santos. Se raciocinarem com honestidade, facilmente concluirão que NÃO HÁ A MÍNIMA POSSIBILIDADE  DE A  IGREJA DE JESUS TER VIOLADO UM SÓ SÁBADO SANTO E ABENÇOADO DE DEUS, COMO ESTÁ ESCRITO.

 Quem precisa de mais que isso para inteirar-se de que o Sábado é para sempre?



Quantos aos milagres, o combustível perpétuo do cristianismo, Deus ama a todos por igual e busca aos corações merecedores de sua graça e não aos ambientes distintos.  Portanto, como o milagre é um ato de manifestação e intervenção direta do Espírito Santo de Deus a favor de um cristão ou de cristãos,  devemos cuidar de viver, com o coração e com a alma, os preceitos de nosso seguimento e respeitar os demais ambientes cristãos, pois em todos eles os milagres se propagam para legitimar essa Herança Magistral de Jesus para que o cristianismo se perpetue e se propague cada vez mais, pelo menos até a Consumação dos Séculos.

Como Jesus se identificou ao maior dos profetas de Deus no Evangelho?

Quando João Batista, preso no cárcere, enviou emissários a Jesus, esses lhe perguntaram: “Sois vós, mesmo, o Messias que aguardávamos?”.

Jesus não disse: “Eu o sou”, mas respondeu:

“Ide, anunciai a João o que viste e o que ouviste: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados e aos pobres anuncia-se o Evangelho”.   Jesus, em Lucas, 7.22.

Dessa forma, se você ouvir algum pobre de espírito dizer que em tal seguimento cristão os milagres ali ocorridos são frutos dos demônios para confundir, afaste-se dele, pois esse nem de longe é um cristão real. Devo testemunhar que já ouvi tal temeridade tanto de um padre durante uma missa quanto de um pastor evangélico depois do culto.  A respeito disso, Jesus foi bem incisivo:

Os fariseus responderam: “É por Satanás, chefe dos demônios, que ele os expulsa”.  Jesus lhes respondeu: “Todo reino dividido contra si mesmo será destruído. Toda cidade, toda casa  dividida contra si mesmo não poderá subsistir. Se Satanás expele a si próprio está dividido contra si mesmo e será destruído. Como, pois, subsistirá o seu reino?  Revelações de Jesus em Mateus,  12.24.

Nós cristãos, de todos os seguimentos, devemos nos unir em torno do Evangelho e honrar a Deus e isso requer humildade, compreensão para com nossos irmãos que também, como nós, procuram honrar ao Senhor Deus da forma que aprenderam.

Quanto a isso tudo, conforme a Carta aos Filipenses 1.18,  Paulo, apóstolo de Deus, lamenta que nem todos os que pregavam a palavra de Cristo, estavam de acordo com o que ele próprio pregava, todavia,  acrescenta:

 (...) Mas não faz mal!  Contanto que de todas as maneiras, por pretexto ou por verdade, Cristo seja anunciado.  Nisto não só me alegro, mas sempre me alegrarei.

Jesus não veio para fundar nenhuma ordem nominal. Se viesse para isso, naturalmente ter-se-ia colocado como líder de uma denominação criada por ele. Assim, na sua superior sabedoria, ele não veio para instituições,  não veio para formar ou impor estruturas formais, mas para os corações, pois, na verdade, ele é a Igreja. É inegável que Pedro foi colocado por Jesus como o primeiro chefe cristão, pois nada funciona sem chefe, mas no decorrer dos séculos os futuros herdeiros da herança dos apóstolos se corromperam de modo tão grave, que de dentro do próprio catolicismo surgiram homens do próprio clero dispostos a renegar tudo aquilo e seguir um novo caminho, o caminho de doutrinas estranhas, no qual a Bíblia, antes inacessível, teria de ser o único e exclusivo guia.  


Jesus, o singularíssimo modelo, poderia ter construído um templo, nomeando-o segundo o seu gosto e, no interior dele, poderia ter propagado o cristianismo e realizado ali os prodígios que sempre resultam e resultaram em conversões. Por certo, esse templo estaria permanentemente rodeado de viajantes e peregrinos, mais propriamente daqueles que pudessem arcar com o ônus da peregrinação.  No início, antes de provocar o ódio mortal dos fariseus do templo, Jesus pregava, também, no templo judeu, mas ao invés de fixar-se num templo, ele andava de praça em praça, de cidade em cidade, consolando, curando, salvando a todos os que conseguiram cruzar-se com ele. Jesus não os procurava em casa, mas atendia a todos aqueles que saíam à sua procura!

“Quem tocou o meu manto? ”  Responderam-lhe os seus discípulos:  “Vês a multidão que te comprime, e perguntas:  Quem me tocou? ”   
Revelações de Jesus em Marcos,  5.31.

Naquela ocasião, ainda incultos espiritualmente, os apóstolos de Jesus não poderiam entender que entre todos os toques da multidão que cercava Jesus ele sentiu um toque de verdadeira fé, de alguém que precisava dele, de fato, de alguém que dependia dele, de alguém que o havia procurado com o peito explodindo de fé!

Lembremo-nos de que Jesus jamais foi procurar uma pessoa para curar ou converter em sua casa, a não ser que fosse chamado por um crente nele. As pessoas que precisavam de Jesus iam à sua procura!  Faça isso, também, se precisar dele, se quiser a salvação na eternidade!

Jesus não veio para instituir ritos, nomear templos ou formar estruturas, aliás, não permitiu que os ritos dos templos integrassem o cristianismo emergente (ver Hebreus, todo o capítulo 9),  mas, sim, para prodigalizar por seu sangue, por seu Grande Sacrifício, a Aliança de Deus a todos os povos. Para manter a Aliança com Deus que salva e que propicia a plena paz, é necessário fazer a vontade do Pai. Fazer a vontade do Pai significa manter um coração puro, dos simples, carregado do real sentimento cristão, cujas virtudes, quase sempre não se conseguem exercer dentro do templo, mas, sim, fora dele (Ver Mateus  25.31 até 44). 

No interior do templo, o cristão permanece apenas uma, duas ou poucas horas por semana, mas fora dele, todo o resto do tempo. Esse é o erro mais comum de alguns que frequentam os cultos, as reuniões, os estudos bíblicos ou as missas. Consideram missão cumprida semanalmente apenas por comparecerem ao templo. Portanto, ninguém alcançará a salvação tentando ser cristão apenas no interior do templo, ou pior: fazendo-o apenas por obrigação, e não por honra ao Senhor! 

Entretanto, cuidado, não vá ao templo exibindo ostentação, como luxuosos automóveis, belas roupas e adereços ou comparecer apenas por obrigação.  Se você perceber que está indo ao templo apenas para cumprir uma obrigação semanal, é preferível que não vá, porque não obterá merecimentos.  É melhor que se detenha para pensar, para questionar o seu débil relacionamento com o Criador.

Se você for um cristão e se julga que necessita trabalhar os sete dias da semana na tentativa de completar um orçamento familiar insuficiente, estará infringindo a Lei de Deus por estar desrespeitando o dia reservado a ele, o Dia do Senhor, o dia consagrado como solene e santificado pelo Senhor para descanso, desde a Criação do Mundo (Gênesis, 2.2).  Um trabalho caseiro, a ajuda a um amigo ou a participação em um mutirão comunitário é perfeitamente aceitável, mas trabalhar nesse dia por dinheiro ou por troca de interesse não está de acordo com a lei de Deus. Por isso, por mais que possa faturar nesse dia,  notará, depois, que o dinheiro auferido não rendeu. Esse dinheiro extra, ao contrário do que se poderia esperar, não trará prosperidade, mas, sim, fracassos, porque ao esforçar-se em dia impróprio, estará a lutar sozinho, abandonado e até desabrigado, porque estará a lutar fora do campo das bênçãos do Senhor, por não ter levado em conta as suas explícitas determinações, que tem tudo a ver com a fé.

 “Buscai em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça, e todas as outras  coisas vos serão dadas por acréscimo”.      Revelações de Jesus, em  Mateus,  6.33.

Não basta não trabalhar no dia do Senhor, pois é imprescindível que também não faça ninguém trabalhar. No momento que você se dirigir a um Shopping e comprar uma mercadoria, ou mesmo um pãozinho na padaria já se fez cúmplice de quem trabalha nesse dia por dinheiro.  Confira isso em Êxodo, o Quarto dos Mandamentos.

“Lembra-te de santificar o dia do sábadoTrabalharás durante seis dias e farás neles todas as tuas obras. O sétimo dia, portanto, é o sábado do Senhor e não farás nele obra alguma... Porque o Senhor santificou e abençoou o dia de sábado. Não farás nele trabalho algum, nem tua mulher, nem teus filhos, nem teus servos, nem teus animais, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia descansou, por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou”.  Êxodo, 20.11.
Certamente guardareis os meus sábados, pois é um Sinal  entre mim e vós, nas vossas gerações, para que saibais que Eu sou o Senhor, que vos santifica”. Êxodo, 31.13.

Atente-se para não se descuidar das coisas de Deus por causa de deveres terrenos, mesmo que isso signifique problemas financeiros graves.  Se você confiar em Deus e passar a cuidar das coisas dele, com fé, não com a fé que possa conter dúvidas, mas, sim, com a fé inabalável que brota do coração, todos os seus problemas serão resolvidos. Já testemunhei isso a contento, além disso, isso é explícita promessa bíblica. Por exemplo: se por problemas financeiros graves faltar até alimentos em sua casa, no seu barraco ou em sua “morada” sob os viadutos, normalmente não terá ânimo algum para ir a um templo glorificar a Deus, ouvir o pastor ou o sacerdote discernir sobre as vitórias que a palavra divina pode proporcionar.  Muito menos entusiasmo terá para tirar dez por cento do valor daquele pouquíssimo dinheiro que tentava reservar para comer alguma coisa no dia presente ou no dia seguinte, ou mesmo do valor reservado para pagar uma prestação que vence ou atrasada.  Digo-lhe, entretanto, com a autoridade, fundamentada estritamente nas Escrituras e com a sabedoria que peço todos os dias, duas vezes por dia ao Senhor: Se você aceitar a Jesus em seu coração e, depois disso, ofertar não mais que dez por cento ao templo, a ser tirado do pouquíssimo que tiver e se se dispuser a realizar esse ato bíblico de sacrifício sem nenhum resquício de dó de si mesmo,  corretamente, sem receio e sem dúvida alguma, de alguma forma, tenha absoluta certeza de que o Pai proverá a sua casa e os seus. Se você perseverar nesse sacrifício, mesmo que no início pareça que nada mudou, progressivamente, chances nunca esperadas vão surgir e seus problemas financeiros serão resolvidos a contento. 

Porque Deus vai se importar com ofertas tão insignificantes?  Em Lucas, 21.3, encontramos a resposta.  A humilde mulher ofertou ao templo uma insignificância, mas muito mais do que poderia ofertar, e isso representou um forte sacrifício.  Jesus afirmou, então, que perante Deus, ela ofertou muito mais que todos os outros que depositaram grandes quantias. A oferta desses últimos ¾ se bem que ofertaram apenas o que não lhes ia fazer falta ¾, perante Deus, alcançaria recompensa, mas a recompensa maior seria dada àquela pobre mulher, pois em decorrência de sua pobreza, proporcionalmente doou muito mais do que os outros.

Não adianta, por entusiasmo, realizar o pagamento do dízimo umas poucas vezes, e depois, não vendo resultados imediatos, desistir, mas se você demonstrar fidelidade a esse preceito bíblico e passar a viver mais preocupado com as coisas de Deus do que com as terrenas, comprometendo-se, de fato, com ele, provavelmente não ficará rico, mas nunca mais terá de se preocupar com o suficiente para o seu amanhã e também para seus filhos!

“... e todas as outras  coisas vos serão dadas por acréscimo”.

“Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida. Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos. Todas as nações vos chamarão felizes, porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o SENHOR dos Exércitos”.  Malaquias, 3.10.  


Os nossos irmãos judeus, célebres comerciantes, mormente os da Tora, não abrem seus estabelecimentos aos sábados a despeito de que este seja o melhor dia para faturar aqui em São Paulo. Mas nem por isso a sua prosperidade é afetada. Ao contrário, ao se manterem fiéis a esse preceito bíblico do dia do sábado, o dia da guarda do Senhor, contido nas duas lápides de pedra entregues pelo Senhor a Moisés, tornam-se cada vez mais prósperos.

Portanto, passe a se preocupar muito mais com as coisas de Deus do que com as coisas da Terra. Se você crê realmente em Deus siga pelos seus caminhos e reserve a ele um dia de descanso, seja esse dia sábado ou domingo -- conforme seu seguimento cristão --, glorifique-o nesse dia e ele suprirá todas as suas necessidades. Mas, atenção: guardar o dia do Senhor será desrespeitado até mesmo se fizer alguém trabalhar para você. Se fizer uma simples compra na panificadora ou mesmo cortar seu cabelo na barbearia, já terá desrespeitado esse dia santificado. Confira em Deuteronômio 5 e em Êxodo, 20.

Lembre-se, nunca acredite absolutamente em tudo o que ouve de alguns padres ou de alguns pastores.  Em decorrência de mais de uma interpretação bíblica de determinados trechos, eles também podem se equivocar, mas mesmo assim, dificilmente a mensagem que repassam corrompe o conteúdo geral, exceto nos casos em que pastores ou padres usem de farisaísmo ao anestesiarem as suas consciências e ensinando errado, e propósito, determinados preceitos, como no caso da defesa do domingo do catecismo  Isso se aplica a todos, como também a esse humilde servo de Deus que vos escreve, apesar de que não há como negar que os presentes escritos se fundamentam exclusivamente na essência da Grande Mensagem de Deus, ignorando todo e qualquer adendo ou tradições formadas pelos homens.

Como já está colocado aqui, jamais se impressione com afirmações de quem quer que seja de que a verdade só pode ser encontrada no seguimento cristão dirigido por ele, seja católico, evangélico, anglicano ou ortodoxo, não importam quais sejam seus argumentos e nem mesmo que no templo em que ele atue sucedam-se testemunhos vivos de milagres de Cristo. Os prodígios de Jesus são concedidos aos de fé, e isso independe de nomes e de endereços.

Viva fielmente a palavra de acordo com a sua consciente interpretação e de forma alguma, em nenhuma hipótese, tente, comodamente, adaptar os preceitos da Bíblia aos seus procedimentos, mas, sim, necessariamente adapte os seus procedimentos aos celestes preceitos bíblicos, não importa o que isso custe, e deixe o resto com Deus.   Em nome de sua eternidade é necessário que seja absolutamente inflexível e determinado nesse ponto.

Temos presenciado muitos exemplos de homens e de mulheres que conhecem, até de cor, inúmeros trechos bíblicos, interpretam-nos corretamente, frequentam o templo, participam das promoções sociais, pagam o dízimo, mas quando são chamados a agir de acordo com os preceitos que estudaram e propagam - principalmente quando se trata de ter de despender algum tipo de sacrifício que faz o verdadeiro amor ao semelhante, de passar do verbo à ação -, comodamente se esquivam com desculpas que podem até convencer o homem, mas, vivendo pela mentira, com a falsa sensação de dever cumprido, de modo algum conseguirão enganar a Deus. Vale nesse caso as advertências de Jesus:

“Nem todo aquele que me diz: Senhor! Senhor! alcançará o reino dos Céus”.

Com humildade entregue a sua vida a Jesus. Ele, que se nomeou seu irmão, lhe mostrará o verdadeiro caminho.  Antes, perdoe, e esvazie-se de seu ego, tão presente em contendas e discussões, pois é o nosso ego que nos impede de atingir o melhor de nós, e o melhor que podemos conquistar na Terra é a verdadeira sabedoria que está acima de todas as ciências.  Quanto à afirmação da livre interpretação de acordo com o seu coração, que faz a diversificação das igrejas de Cristo,  tal  fato está  totalmente aprovado por Deus, quando o Espírito Santo  instruiu:

 “João tomou a palavra e  disse:  “Mestre, vimos um homem que expulsava  demônios em teu nome, e nós lho proibimos,  porque  não é um dos nossos”.  Mas Jesus lhe disse: “Não lho proibais, porque o que não é contra vós é a vosso favor”.   A verdade de Jesus, em  Lucas,   9.49.

Atualmente, a velocidade de propagação e a abrangência total sobre o globo terrestre, proporcionadas pela mídia eletrônica dos satélites,  permitem aos clérigos, sacerdotes e pastores eletrônicos façanhas que nem os apóstolos de Jesus conseguiram,  pois, naquela época, só conseguiam falar a uma pequena multidão por vez. Além disso, as viagens missionárias eram longas, cansativas e demoradas.  Os povos estrangeiros, geralmente, em decorrência de suas tradições, não se mostravam receptivos. Alguns demonstravam hostilidade e agressividade e, se os discípulos de Jesus não realizassem prodígios, legitimando, também, como seu Mestre, as suas palavras, dificilmente poderiam reunir e animar o povo para que pudesse converter-se àquela religião tão diferente da sua tradicional.  No entanto, agora, com a TV e com a Internet, os propagadores da palavra do Senhor podem anunciar o Evangelho a milhões, até a bilhões de pessoas de uma só vez. 

Em contrapartida, como é preceito bíblico que tudo seja regido pelos opostos positivo e negativo,  e como tudo tem um preço, infelizmente, também, os maus programas que contêm maus ensinamentos, maus exemplos, podem ser  transmitidos do mesmo modo.  Sendo assim, a mídia pode tornar-se um instrumento altamente perigoso quando utilizado contra as normas da moral e dos bons costumes, quais sejam: a propagação dos vícios, tal como o do cigarro, do álcool, a apologia da violência, da sensualidade, da pornografia e da homossexualidade.  

Não obstante, provavelmente nesse possível final dos tempos, temos o grande prazer de ver e ouvir a palavra de Jesus sendo levada ao lar, instantaneamente, por meio dos pregadores cristãos.  Dentre esses homens de Deus, é certo que há muitos e muitos “lobos em pele de ovelha”,  mas isso não tira o mérito de ouvirmos dos bons pregadores a palavra do Senhor, trazendo um Jesus  desvendado. 

Os pregadores eletrônicos, os verdadeiros, que são aqueles que propagam a prosperidade espiritual, nos mostram o mesmo  Jesus que  recebeu do Pai toda a autoridade  sobre a Terra e sob a terra (sobre os demônios) e, que,  como autoridade máxima universal, tudo tem de dobrar-se perante ele.  Dobrar-se-ão sob ele até os diabos do inferno que procuram nos atormentar com sofrimentos e tentações. E, isso, para os homens com sabedoria ou para aqueles a quem Jesus já se manifestou com prodígios- como a mim, por muitas vezes -, é uma  incontestável verdade que ninguém poderá turvar!

Quais são os pastores verdadeiros?

 “... Pelos seus frutos os conhecereis!”   Jesus, em Mateus, 7.20.

Waldecy Antonio Simões.    walasi@uol.com.br


Todos os meus escritos são livres para publicações, desde que os textos não sejam modificados 

Bibliografia sobre dados relatados sobre os horrores Inquisição e muito mais:

Jeovah MENDES. Os piores assassinos e hereges da história. 1997.
O Papa e o Concílio. De Tayne, Historiador da Literatura Inglesa. Coroado pela Acad. Francesa.
Earle E CAIRNS. O cristianismo através dos séculos.  1977.
Eamon Duffy. Santos e Pecadores.
Ralph WOODROW.  Babilônia: a religião dos mistérios.
Vidas ilustres. Coleção - Volumes VI (os cientistas) e IX (líderes religiosos) e outras publicações, tanto de livros como de jornais.
Ernesto L. Oliveira: Roma, a Igreja e o Anticristo.
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Henry Tuberville “An abridgement of the christian doutrine”.


“Livro das Sentenças da Inquisição” (Liber Sententiarum Inquisitionis) o padre dominicano Bernardo Guy (Bernardus Guidonis, 1261-1331), conta como se deveria usar a tortura de modo bem convincente, provocando toda a dor possível sem matar, para sobrar o gosto satânico de ver o semelhante assado nas fogueiras de Satanás.


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